Minha história com o inglês - Parte 1

June 25, 2020

Nesse texto, dividido em 3 partes, vou contar para vocês como foi minha experiência com os estudos de inglês, como aluna do Sistema 3, e, mais tarde, como professora.

 

No primeiro texto, Parte 1, escolhi falar sobre o início dos meus estudos, a frustração com resultados que eu tinha e o que enxerguei como o real problema. Na Parte 2, eu vou compartilhar o que se apresentou para mim como a solução, como a experiência de estudar inglês no s3 e o RPG me ajudaram a superar aqueles obstáculos. E para fechar, na Parte 3, eu vou falar mais sobre a minha trajetória como professora e o que isso tem a ver com você.

 

Vamos lá?

 

Parte 1 – o início dos estudos, a frustração com os resultados e o real problema

 

O início dos estudos

 

Comecei a estudar inglês porque sempre achei muito interessante aprender uma língua. Não tive a oportunidade de fazer um curso quando criança, então entrei em um curso tradicional quando tinha 18 anos. Nessa mesma época, eu prestei vestibular, e decidi que gostaria de dar aulas de inglês. O problema era que, apesar de ter aprendido muita coisa no curso, eu sentia sempre aquela famosa “trava para falar”. De alguma forma, eu sabia que poderia ter um desempenho muito melhor do que tinha, e o que mais me incomodava era não sentir o desenvolvimento da fala.

 

 Ágata com a amiga Larissa Pícoli (à direita),

durante o 3º período da Faculdade de Letras na UFJF, em 2012.

Hoje ambas são professoras de inglês.

 

A frustração com os resultados

 

É comum que muita gente tenha vergonha de falar outra língua, medo de errar, insegurança. Não era o meu caso. Durante meu primeiro curso de inglês, eu “dei minha cara a tapa”. Fui sozinha a eventos de imersão mesmo estando no início do curso (ninguém mais da turma topava ir), participei de evento de soletração (fiquei em 4º lugar!), fiz curso de automaquiagem em inglês. Aproveitei todas as oportunidades de falar que tive. Ou seja, meu problema não era vergonha.

 

Será que o problema era pouca dedicação? Certamente não. Eu não faltava às aulas, estudava em casa, fazia as tarefas, assistia a filmes e séries, escutava música. E ainda ia nos eventos, que não eram obrigatórios. Como não via o resultado que desejava, acabei trancando o inglês da faculdade e abandonando a ideia de ser professora de inglês (segui com minha graduação em português), achei que não era para mim.

 

O real problema

 

Nunca entendi qual era de fato o problema, já que eu estudava tanto. Todo conteúdo que tinha sido apresentado eu tinha aprendido, mesmo que com algumas dúvidas, o que é normal. Mas tinha aprendido, e, mesmo assim, não falava como gostaria. Acabei descobrindo que o problema era a prática. Na verdade, a falta dela. Era isso que faltava para eu conseguir desenvolver mais meu inglês.

 

Em um curso tradicional, os alunos têm, normalmente, duas horas de aula por semana. Era essa a minha carga horária, e eu passei cerca de três anos estudando assim. É possível aprender, claro, mas o processo é certamente muito mais lento. Foi dessa forma que um curso intensivo se apresentou como uma ótima possibilidade para mim.

Sendo aluna de letras, eu descobri que ter estímulo em determinada língua é essencial para aprender. Só que não é suficiente esse estímulo vir da tela de um computador ou televisão. Era preciso contato, conversas de verdade com outras pessoas. E fazer um curso intensivo me proporcionaria uma fonte ampla de estímulo. Além disso, eu tinha acabado de ser aprovada no processo seletivo de mestrado, e sabia que precisaria de um nível mais alto de inglês para dar conta das leituras.

 

Na Parte 2 do texto, te conto como eu solucionei esse problema!

Acompanhe as nossas redes sociais e fique em dia com as atualizações, para conferir os próximos posts.

 

 

 

 

 

 

 

Ágata Avelar

professora de inglês

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

Posts Em Destaque

Bem-vindos ao blog S3!

January 24, 2017

1/1
Please reload

Posts Recentes
Please reload

Arquivo
Please reload

Siga
  • Facebook Basic Square
  • Twitter Basic Square
  • Google+ Basic Square

2014 © Sistema 3 | Rua Barbosa Lima, 278 - Centro - (32) 3212-6496  - Juiz de Fora - MG