Minha história com o inglês - parte 2

July 1, 2020

Essa é a parte 2 de um texto de 3 partes em que conto pra vocês como foi minha experiência com os estudos de inglês, como aluna do Sistema 3, e, mais tarde, como professora.

 

No primeiro texto, Parte 1, falei sobre o início dos meus estudos, a frustração com resultados e o que descobri ser o real problema. Se você ainda não leu, corre lá para ler antes de continuar!

Agora, na Parte 2, compartilho qual solução encontrei, como a experiência de estudar inglês no s3 e o RPG me ajudaram a superar aqueles obstáculos.

 

 

Parte 2 – a solução, a experiência no s3 e o RPG

 

A solução

 

Foi nesse momento, de frustração com os resultados, que conheci o Sistema 3. A proposta era tão boa que me assustou: como poderia existir um curso que me faria falar em 6 meses, se eu tinha estudado por uns 3 anos e não tinha tido o resultado que queria? Confesso que desconfiei.

 

Ágata com a sua turma de inglês no Sistema 3, concluindo o Módulo 02 do curso intensivo.

 

Mas me deparei com muitos depoimentos positivos de quem já tinha feito o curso, então resolvi conhecer mais de perto. Como gostei da proposta, fiz minha matrícula.

 

A experiência no s3

 

Na primeira aula já percebi a diferença, pois logo de cara a gente fala inglês. Claro que são estruturas mais básicas, iniciais, mas a gente fala; não fica só na repetição. Como são muitas horas por semana, a quantidade de conteúdo é grande. Isso significa que em pouco tempo você já aprendeu muitas estruturas e muito vocabulário, porque o contato é constante.

Nessa foto, Ágata concluindo o Módulo 03 do curso intensivo. Pouco tempo depois ela voltaria à sala de aula como professora do Sistema 3.

 

Outra vantagem da carga horária é que você não fica tanto tempo sem ter aula. Antes de estudar no Sistema 3, eu tinha aula somente aos sábados. Ou seja, ficava uma semana sem falar inglês. Dessa forma, fica mais difícil ativar a memória na hora da aula. Se você estuda mais vezes por semana, o conteúdo está sempre fresco na mente.

 

O s3 e o RPG

 

Por fim, a cereja do bolo: o diferencial no que diz respeito à metodologia. Anteriormente, eu estava acostumada a encenar diálogos prontos, baseados nas repetições que fazíamos previamente. No Sistema 3, temos o suporte das repetições, mas vamos além. Percebi como era importante ter situações mais “soltas”, que não seguissem um roteiro restrito. Foi nessa parte que a utilização do RPG (role-playing game) se mostrou essencial. Você não decora diálogos, você aprende estruturas.

 

Quando você aprende, sem decorar, a situação pode tomar qualquer rumo, você sabe o que responder. Você sabe também usar substituições, para formar outras frases baseadas em uma mesma estrutura. E, mais importante, você se vê em uma situação possível da vida real: uma reserva de hotel que deu errado, seu pedido no restaurante que chegou à mesa frio, uma entrevista de emprego, um reencontro com um amigo de infância. Foi a partir dessa metodologia que percebi resultados muito mais rápidos.

 

Na Parte 3 do texto, vou te contar como essa experiência no s3 foi importante para atingir meus objetivos profissionais.

 

 

 

 

 

 

Ágata Avelar

professora de inglês

 

 

 

 

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